PRESENTEÍSMO: AS PERDAS DIÁRIAS E SILENCIOSAS

Número: 
XII CNEG & III INOVARSE 2016
Código do trabalho: 
T16_188
Resumo: 
Estar presente ao trabalho e não produzir na plenitude de suas capacidades é uma das definições atribuídas ao presenteísmo. Trata-se de um fenômeno que não é novo, mas que somente na última década vem sendo considerado um inimigo da produtividade. Pesquisadores Europeus e Norte-Americanos demonstraram os custos do presenteísmo no setor privado, chegando a concluir que os seus índices superam os custos do absenteísmo. No Brasil há poucas pesquisas sobre o tema e o presenteísmo não tem sido percebido nem enfrentado pela maioria dos gestores. O presente estudo teve como objetivo traçar um panorama do tema presenteísmo a partir da literatura científica das últimas décadas. Para tanto foi realizada uma revisão bibliográfica a cerca de conceitos, causas, formas de apresentação, custos associados e métodos de avaliação do presenteísmo. Como resultados foi identificada a crescente presença do tema desde 2002, destacando-se a pesquisa em países como EUA, Inglaterra, Canadá e Holanda. Várias pesquisas têm destacado os custos do presenteísmo, em função do impacto na produtividade. As causas do presenteísmo têm sido associadas a fatores como problemas de saúde que, quando associados ao medo de perder o emprego, levam os trabalhadores a estar presentes, mas com baixos níveis de produtividade. Fatores organizacionais, como excesso de demanda de trabalho, falta de recursos no trabalho e pressão de tempo também podem favorecer o aparecimento do presenteísmo. Ainda como resultado desta pesquisa foram identificados e comparados vários instrumentos de pesquisa para mensuração e avaliação de presenteísmo.
Congresso: 
XII Congresso Nacional de Excelência em Gestão & III INOVARSE 2016